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Domingo, 23 de Maio de 2010
Ciência: 7.000 artigos científicos nacionais por ano

Local: Casino de Figueira da Foz
Ocasião: III Gala da Ciência;
Organização: Jornal online «Ciência Hoje»


Orador: Mariano Gago

Assinalou que foram produzidos e publicados sete mil artigos científicos em Portugal, num só ano, que representam, por vezes, entre um a cinco anos de investigação.


Segundo Mariano Gago “passou a ser importante” o País saber “alguma coisa” sobre as 7.000 “aventuras da ciência” nacional, realizadas anualmente.


Para o ministro, a actividade dos investigadores, cientistas, promotores e divulgadores da produção científica nacional é do conhecimento de “poucas pessoas”. “Era essencial sabermos (...) E realmente, só [sabem] os colegas de profissão, os que estão mais próximos deste meio”, lamentou o ministro.
Fonte: Público

Fica aqui a divulgação do feito nacional.

publicado por Langweg às 16:10
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Ciência: 7.000 artigos científicos nacionais por ano

Local: Casino de Figueira da Foz
Ocasião: III Gala da Ciência;
Organização: Jornal online «Ciência Hoje»


Orador: Mariano Gago

Assinalou que foram produzidos e publicados sete mil artigos científicos em Portugal, num só ano, que representam, por vezes, entre um a cinco anos de investigação.


Segundo Mariano Gago “passou a ser importante” o País saber “alguma coisa” sobre as 7.000 “aventuras da ciência” nacional, realizadas anualmente.


Para o ministro, a actividade dos investigadores, cientistas, promotores e divulgadores da produção científica nacional é do conhecimento de “poucas pessoas”. “Era essencial sabermos (...) E realmente, só [sabem] os colegas de profissão, os que estão mais próximos deste meio”, lamentou o ministro.
Fonte: Público

Fica aqui a divulgação do feito nacional.

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Ciência: 7.000 artigos científicos nacionais por ano

Local: Casino de Figueira da Foz
Ocasião: III Gala da Ciência;
Organização: Jornal online «Ciência Hoje»


Orador: Mariano Gago

Assinalou que foram produzidos e publicados sete mil artigos científicos em Portugal, num só ano, que representam, por vezes, entre um a cinco anos de investigação.


Segundo Mariano Gago “passou a ser importante” o País saber “alguma coisa” sobre as 7.000 “aventuras da ciência” nacional, realizadas anualmente.


Para o ministro, a actividade dos investigadores, cientistas, promotores e divulgadores da produção científica nacional é do conhecimento de “poucas pessoas”. “Era essencial sabermos (...) E realmente, só [sabem] os colegas de profissão, os que estão mais próximos deste meio”, lamentou o ministro.
Fonte: Público

Fica aqui a divulgação do feito nacional.

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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal




Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.

Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.

Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.


Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.


Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão


Comentário:

Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.

A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.

Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?

Fica a sugestão.

publicado por Langweg às 09:09
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Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal




Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.

Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.

Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.


Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.


Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão


Comentário:

Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.

A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.

Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?

Fica a sugestão.

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Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal




Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.

Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.

Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.


Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.


Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão


Comentário:

Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.

A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.

Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?

Fica a sugestão.

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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007
Encerramento compulsivo da Universidade Independente


Despacho n.º 20163/2007, D.R. n.º 170, Série II de 2007-09-04
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Universidade Independente.

Para ler com atenção: um verdadeiro «case study».
publicado por Langweg às 11:13
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Encerramento compulsivo da Universidade Independente


Despacho n.º 20163/2007, D.R. n.º 170, Série II de 2007-09-04
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Universidade Independente.

Para ler com atenção: um verdadeiro «case study».
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Encerramento compulsivo da Universidade Independente


Despacho n.º 20163/2007, D.R. n.º 170, Série II de 2007-09-04
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Gabinete do Ministro
Universidade Independente.

Para ler com atenção: um verdadeiro «case study».
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Domingo, 29 de Abril de 2007
Descobrir os E.U.A.


Apesar de alguns erros, pouco relevantes, revela-se interessante a leitura da entrevista de João Céu e Silva ao Diário de Notícias, a propósito do anti-americanismo, que pode ser acedida
aqui.


Extractos da entrevista:


(...) Quando acabou o tour americano, entendeu que Paris perdera o estatuto de capital do debate para Nova Iorque...

Não é que tenham melhores intelectuais, mas possuem melhores universidades e uma discussão pública com choque de opiniões que já não existe em França, ou em Portugal, por exemplo. Há qualquer coisa de esfíngico nas nossas posições enquanto na América dá-se uma intensa circulação de ideias e opiniões. As teses mais importantes dos últimos anos nasceram lá. (...)

(...) Acusa o islamismo de ser uma expressão moderna do regimes totalitários?

O islamismo inspira-se nos líderes nazis e fascistas, basta ler os textos dos Irmãos Muçulmanos, do Partido Baas ou os que inspiraram a revolução islâmica iraniana. Tanto nos escritos muçulmanos como nos fascistas há duas ideias de força semelhantes, que o Ocidente é a decadência, o ódio à liberdade e uma violência purificadora que não está no Alcorão. São temas que vêm das tradições totalitárias ocidentais. (...)"

publicado por Langweg às 11:11
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