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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
Economia portuguesa não suporta grandes projectos de obras públicas

Segundo Abel Mateus - ex-Presidente da Autoridade da Concorrência -Portugal corre o risco de falir no prazo de dez anos e explica que não há folga orçamental para grandes projectos de investimento nos próximos 10 anos. Por outro lado, como uma das principais soluções, defende uma reforma estrutural na Justiça.

Abel Mateus defende também que a opção é melhorar a manutenção dos pavimentos em vez de construir estradas paralelas e considera que o futuro passa por sectores de actividade mais dinâmicos como o Turismo, estabelece mesmo uma comparação com aquilo que chama de receita de Barack Obama nos EUA: a aposta na descentralização do investimento.

O antigo presidente da Autoridade da Concorrência afirma que o próximo Governo vai herdar uma situação económica sem paralelo na história portuguesa e bastante séria, de acordo com os cálculos da Comissão Europeia.

Mesmo assim, o professor também antigo conselheiro do Banco de Portugal, não defende uma subida de impostos, alegando que o aumento da carga fiscal ou dilatava a recessão ou matava a recuperação, mas defende a manutenção do controlo da despesa do Estado e a continuação de reformas estruturais em sectores como a justiça.

Leia-se a notícia completa aqui.
Fonte: TSF
publicado por Langweg às 12:35
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Economia portuguesa não suporta grandes projectos de obras públicas

Segundo Abel Mateus - ex-Presidente da Autoridade da Concorrência -Portugal corre o risco de falir no prazo de dez anos e explica que não há folga orçamental para grandes projectos de investimento nos próximos 10 anos. Por outro lado, como uma das principais soluções, defende uma reforma estrutural na Justiça.

Abel Mateus defende também que a opção é melhorar a manutenção dos pavimentos em vez de construir estradas paralelas e considera que o futuro passa por sectores de actividade mais dinâmicos como o Turismo, estabelece mesmo uma comparação com aquilo que chama de receita de Barack Obama nos EUA: a aposta na descentralização do investimento.

O antigo presidente da Autoridade da Concorrência afirma que o próximo Governo vai herdar uma situação económica sem paralelo na história portuguesa e bastante séria, de acordo com os cálculos da Comissão Europeia.

Mesmo assim, o professor também antigo conselheiro do Banco de Portugal, não defende uma subida de impostos, alegando que o aumento da carga fiscal ou dilatava a recessão ou matava a recuperação, mas defende a manutenção do controlo da despesa do Estado e a continuação de reformas estruturais em sectores como a justiça.

Leia-se a notícia completa aqui.
Fonte: TSF
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Economia portuguesa não suporta grandes projectos de obras públicas

Segundo Abel Mateus - ex-Presidente da Autoridade da Concorrência -Portugal corre o risco de falir no prazo de dez anos e explica que não há folga orçamental para grandes projectos de investimento nos próximos 10 anos. Por outro lado, como uma das principais soluções, defende uma reforma estrutural na Justiça.

Abel Mateus defende também que a opção é melhorar a manutenção dos pavimentos em vez de construir estradas paralelas e considera que o futuro passa por sectores de actividade mais dinâmicos como o Turismo, estabelece mesmo uma comparação com aquilo que chama de receita de Barack Obama nos EUA: a aposta na descentralização do investimento.

O antigo presidente da Autoridade da Concorrência afirma que o próximo Governo vai herdar uma situação económica sem paralelo na história portuguesa e bastante séria, de acordo com os cálculos da Comissão Europeia.

Mesmo assim, o professor também antigo conselheiro do Banco de Portugal, não defende uma subida de impostos, alegando que o aumento da carga fiscal ou dilatava a recessão ou matava a recuperação, mas defende a manutenção do controlo da despesa do Estado e a continuação de reformas estruturais em sectores como a justiça.

Leia-se a notícia completa aqui.
Fonte: TSF
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Domingo, 18 de Maio de 2008
Justiça ou TGV?


Diário de Notícias:

Se fosse hoje ministro das Finanças, aconselharia o Governo a trocar o TGV por uma boa reforma da justiça?


Luís Campos e Cunha:

Claro. E há, provavelmente, alguns outros investimentos na área ferroviária que seriam importantes, por exemplo, uma boa ligação de mercadorias com [o porto de] Sines, que pode ser uma porta de entrada para a Europa.

Fonte: Diário de Notícias
publicado por Langweg às 18:59
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Justiça ou TGV?


Diário de Notícias:

Se fosse hoje ministro das Finanças, aconselharia o Governo a trocar o TGV por uma boa reforma da justiça?


Luís Campos e Cunha:

Claro. E há, provavelmente, alguns outros investimentos na área ferroviária que seriam importantes, por exemplo, uma boa ligação de mercadorias com [o porto de] Sines, que pode ser uma porta de entrada para a Europa.

Fonte: Diário de Notícias
publicado por Langweg às 18:59
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Justiça ou TGV?


Diário de Notícias:

Se fosse hoje ministro das Finanças, aconselharia o Governo a trocar o TGV por uma boa reforma da justiça?


Luís Campos e Cunha:

Claro. E há, provavelmente, alguns outros investimentos na área ferroviária que seriam importantes, por exemplo, uma boa ligação de mercadorias com [o porto de] Sines, que pode ser uma porta de entrada para a Europa.

Fonte: Diário de Notícias
publicado por Langweg às 18:59
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007
(Má) Gestão de recursos públicos

O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência.
No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

publicado por Langweg às 08:46
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(Má) Gestão de recursos públicos

O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência.
No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

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O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência.
No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

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