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Sábado, 3 de Maio de 2008
Novo Hospital Central do Algarve em 2013



Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo
aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.

Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.

Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...

... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...

publicado por Langweg às 16:01
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Novo Hospital Central do Algarve em 2013



Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo
aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.

Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.

Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...

... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...

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Novo Hospital Central do Algarve em 2013



Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo
aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.

Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.

Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...

... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...

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Domingo, 4 de Novembro de 2007
Hospital Distrital de Faro em crise profunda

O Bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, confirmou hoje que 19 dos 20 directores de equipas de urgência do Hospital de Faro apresentaram a demissão, com queixas sobre as condições de trabalho.

Pedro Nunes marcou para esta tarde uma conferência de imprensa, em Faro, de modo a explicar a situação que os médicos estão a viver, como relata a Renascença.

O Bastonário da OM pretende lançar um alerta ao Executivo, referindo que se as condições de trabalho não melhorarem, pode estar em causa o serviço de saúde, numa zona de cariz turístico.



Comentário:

No Hospital Distrital de Faro, os serviços de urgência, os blocos operatórios e as consultas de especialidade não permitem assegurar a prestação de assistência médica e hospitalar no tempo e/ou com a qualidade minimamente exigível, apesar do esforço dos profissionais de saúde que ainda subsistem nos seus quadros.

Não se trata de um problema novo, mas de uma situação que tem evoluído desfavoravelmente, tendo sido particularmente agravada com o recente encerramento de um conjunto de Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e de internamento em vários Centros de Saúde da região.

Como já foi dito no passado, há mais vida além do défice e este não pode ser reduzido à custa da vida e da saúde dos portugueses, o mesmo é dizer, dos Contribuintes.

Haja prioridades...
Reconheça-se a... urgência.

publicado por Langweg às 16:08
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Hospital Distrital de Faro em crise profunda

O Bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, confirmou hoje que 19 dos 20 directores de equipas de urgência do Hospital de Faro apresentaram a demissão, com queixas sobre as condições de trabalho.

Pedro Nunes marcou para esta tarde uma conferência de imprensa, em Faro, de modo a explicar a situação que os médicos estão a viver, como relata a Renascença.

O Bastonário da OM pretende lançar um alerta ao Executivo, referindo que se as condições de trabalho não melhorarem, pode estar em causa o serviço de saúde, numa zona de cariz turístico.



Comentário:

No Hospital Distrital de Faro, os serviços de urgência, os blocos operatórios e as consultas de especialidade não permitem assegurar a prestação de assistência médica e hospitalar no tempo e/ou com a qualidade minimamente exigível, apesar do esforço dos profissionais de saúde que ainda subsistem nos seus quadros.

Não se trata de um problema novo, mas de uma situação que tem evoluído desfavoravelmente, tendo sido particularmente agravada com o recente encerramento de um conjunto de Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e de internamento em vários Centros de Saúde da região.

Como já foi dito no passado, há mais vida além do défice e este não pode ser reduzido à custa da vida e da saúde dos portugueses, o mesmo é dizer, dos Contribuintes.

Haja prioridades...
Reconheça-se a... urgência.

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Hospital Distrital de Faro em crise profunda

O Bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, confirmou hoje que 19 dos 20 directores de equipas de urgência do Hospital de Faro apresentaram a demissão, com queixas sobre as condições de trabalho.

Pedro Nunes marcou para esta tarde uma conferência de imprensa, em Faro, de modo a explicar a situação que os médicos estão a viver, como relata a Renascença.

O Bastonário da OM pretende lançar um alerta ao Executivo, referindo que se as condições de trabalho não melhorarem, pode estar em causa o serviço de saúde, numa zona de cariz turístico.



Comentário:

No Hospital Distrital de Faro, os serviços de urgência, os blocos operatórios e as consultas de especialidade não permitem assegurar a prestação de assistência médica e hospitalar no tempo e/ou com a qualidade minimamente exigível, apesar do esforço dos profissionais de saúde que ainda subsistem nos seus quadros.

Não se trata de um problema novo, mas de uma situação que tem evoluído desfavoravelmente, tendo sido particularmente agravada com o recente encerramento de um conjunto de Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e de internamento em vários Centros de Saúde da região.

Como já foi dito no passado, há mais vida além do défice e este não pode ser reduzido à custa da vida e da saúde dos portugueses, o mesmo é dizer, dos Contribuintes.

Haja prioridades...
Reconheça-se a... urgência.

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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007
(Má) Gestão de recursos públicos

O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência.
No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

publicado por Langweg às 08:46
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(Má) Gestão de recursos públicos

O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência.
No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

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O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui.


Comentário:

A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados.


Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:


O H.D.F., hoje:

«Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.

Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.

Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.


O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.

Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.

No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.

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No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.

Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»

Fonte:H.D.F.


Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.

Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.

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