Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Medicina na UAlg aprovada por duas avaliações internacionais
A reitoria da Universidade do Algarve assegurou hoje que o novo curso de Medicina só foi aprovado após duas avaliações internacionais que incluíram a apreciação de alguns aspectos do curso contestados quarta-feira pela Ordem dos Médicos.
Medicina na UAlg aprovada por duas avaliações internacionais
A reitoria da Universidade do Algarve assegurou hoje que o novo curso de Medicina só foi aprovado após duas avaliações internacionais que incluíram a apreciação de alguns aspectos do curso contestados quarta-feira pela Ordem dos Médicos.
Medicina na UAlg aprovada por duas avaliações internacionais
A reitoria da Universidade do Algarve assegurou hoje que o novo curso de Medicina só foi aprovado após duas avaliações internacionais que incluíram a apreciação de alguns aspectos do curso contestados quarta-feira pela Ordem dos Médicos.
Sábado, 3 de Maio de 2008
Novo Hospital Central do Algarve em 2013

Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...
... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...
Novo Hospital Central do Algarve em 2013

Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...
... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...
Novo Hospital Central do Algarve em 2013

Conforme amplamente noticiado pela comunicação social (por exemplo aqui), foi lançado o concurso para a parceria público-privada do Hospital Central do Algarve (H.C.A.), que estará a funcionar em pleno em 2013.Apesar do relevo dado à notícia, não foram devidamente esclarecidos os termos da parceria público-privada anunciada, nem onde o novo Hospital vai recrutar (encontrar?) os médicos necessários para o funcionamento da nova unidade hospitalar.Esta questão também se encontra estreitamente ligada a outra interrogação: não teria sido uma excelente oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina ligada ao novo hospital? Os cidadãos, a região, o país e a União Europeia só teriam a ganhar...
... o que suscita outra questão: quem é que terá algo a perder com uma nova Faculdade de Medicina?...
Segunda-feira, 30 de Julho de 2007
(Má) Gestão de recursos públicos
O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui. Comentário: A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados. Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:
O H.D.F., hoje: «Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.
Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.
Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.
O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.
Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.
No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).
Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.
As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência. No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.
Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»
Fonte:H.D.F.
Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.
Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.
(Má) Gestão de recursos públicos
O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui. Comentário: A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados. Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:
O H.D.F., hoje: «Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.
Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.
Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.
O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.
Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.
No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).
Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.
As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência. No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.
Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»
Fonte:H.D.F.
Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.
Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.
(Má) Gestão de recursos públicos
O novo Hospital Central do Algarve deverá estar pronto em Maio de 2012 e o actual Hospital de Faro vai ser reconvertido numa Unidade de cuidados continuados para idosos, anunciou hoje, em Faro, o ministro da Saúde. Notícia completa aqui. Comentário: A construção de um novo Hospital Central do Algarve só peca por ser tardia. A capacidade de resposta dos dois hospitais públicos algarvios nunca foi satisfatória, não só porque a sua capacidade de resposta, em termos quantitativos, nunca foi a desejável - serviços de urgência, consultas externas, blocos operatórios, et alia...-, mas, sobretudo, porque faltam especialidades que implicam a deslocação de muitos doentes do Algarve para Lisboa, por falta de certos cuidados médicos especializados. Porém, fica-se abismado com a falta de racionalidade da prevista reconversão do Hospital Distrital de Faro: foram investidas largas dezenas de milhões de euros em equipamentos recentes que, desta forma, são desperdiçados:
O H.D.F., hoje: «Com uma área total de 46.500 m2, o complexo hospitalar é composto por um bloco principal, orientado a Sul, com 8 pisos, divididos em áreas poente e nascente. Nele estão situados todos os Serviços de Internamento, com 442 camas de adultos, 50 pediátricas e 40 berços para recém-nascidos.
Neste edifício estão ainda localizados os Serviços de Urgência, o Bloco Operatório, a Medicina Física e Reabilitação, a Anatomia Patológica, a Radiologia, a Esterilização Central, o Serviço de Sangue, o Laboratório de Análises, o Serviço de Dietética, o Serviço Social, a Central Telefónica, a Farmácia bem como a Cozinha, o Refeitório, a Lavandaria, a Capela, o Auditório, as Oficinas e os Armazéns.
Num outro edifício do complexo hospitalar encontram-se instalados a Administração e os restantes serviços administrativos.
O Hospital Distrital de Faro dispõe de um Serviço de Urgência Polivalente que engloba a Urgência Geral, a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e a Urgência Pediátrica. O Internamento está estruturado por especialidades clínicas.
Dispõe ainda de Unidades de Cuidados Neonatais e Pediátricos, de Cuidados Intensivos Polivalente e de Cuidados Intensivos Coronários.
No âmbito do tratamento das doenças cardiovasculares o Hospital encontra-se apetrechado com uma moderna Unidade de Hemodinâmica e uma Unidade de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).
Recentemente, e em reforço das competências na área da saúde materno-infantil, o Centro de Diagnóstico Pré–Natal foi dotado de novas instalações e equipamentos.
As Consultas Externas estão localizadas num outro edifício, que se encontra a funcionar desde 2004 em disposição paralela à do edifício principal, permitindo o estudo e seguimento dos doentes referenciados pelos Centros de Saúde, pelos Serviços do Internamento e também pelo Serviço de Urgência. No topo do mesmo está situado um heliporto para dar resposta aos casos emergentes.
Num edifício independente estão ainda instalados o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e respectvos serviços de apoio, assim como o Internamento do Serviço de Pneumologia, os quais formam actualmente um único núcleo hospitalar situado junto à Escola Superior de Saúde de Faro.»
Fonte:H.D.F.
Além do mais, o novo Hospital também não vai ter todas as especialidades necessárias... exigindo, à partida, hospitais que funcionem em regime de complementaridade - na região, de preferência -.
Parece, ainda, que o Governo desperdiçou uma boa oportunidade para criar uma Faculdade de Medicina no Algarve, tão necessária para a formação de novos quadros médicos e a fixação, na região, de médicos especialistas.