Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal

Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.
Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.
Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.
Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.
Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão
Comentário:
Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.
A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.
Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?
Fica a sugestão.
Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal

Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.
Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.
Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.
Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.
Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão
Comentário:
Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.
A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.
Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?
Fica a sugestão.
Faculdade de Direito Europa-China: a oportunidade perdida por Portugal

Na cimeira União Europeia / China desta semana foi decidida a criação, em Pequim, da Faculdade de Direito Europa-China (Europe-China School of Law), sob a direcção da Universidade de Hamburgo.
Esta iniciativa conta com o suporte de um consórcio de universidades europeias e chinesas e do benefício de um orçamento inicial de 35 milhões de euros.
Está prevista a participação de vinte e cinco docentes universitários alemães no quadro docente e de investigação da nova Universidade, prevendo-se, pois, um forte contributo da «escola de direito alemã» no desenvolvimento do sistema jurídico e do ensino do direito na China.
Também participam na criação e desenvolvimento da nova escola de direito os institutos Max-Planck de Hamburgo, Heidelberg, Friburgo e Munique, a Bucerius Law School de Hamburgo,o Colégio da Europa de Hamburg, a Universidade de Madrid (Espanha), Bolonha (Itália), Robert-Schuman Strasbourg (França), Sciences Politiques, Paris (França), Lund (Suécia), Lovaina (Bélgica), Manchester (Grã-Bretanha), Krakau (Polónia), Maastricht, Universidade da Europa Central (Hungria), a Universidade Eötvos Lorand (Hungria) e o Trinity College de Dublin (Irlanda), além de duas universidades chinesas – a Universidade Chinesa de Direito de Ciência Política (Pequim) e a Faculdade de Direito de Tsinghua.
Fonte: Ministério da Justiça Federal Alemão
Comentário:
Portugal perdeu uma excelente oportunidade para desenvolver novas formas de cooperação com China, através de uma possível participação de universidade(s) portuguesa(s) na criação e desenvolvimento da nova universidade chinesa.
A importância do conhecimento do sistema jurídico português, pelos chineses - e o conhecimento do sistema jurídico chinês pelos portugueses [v.g. direitos de propriedade intelectual :-)))] -, é evidente, perante a realidade macaense, os laços históricos que ligam os dois povos há cerca de cinco séculos e as actuais relações económicas e políticas entre os países lusófonos e a China.
Talvez uma iniciativa diplomática de última hora ainda possa associar alguma universidade portuguesa ao projecto agora iniciado?
Fica a sugestão.
Sexta-feira, 6 de Julho de 2007
Cimeira U.E - Brasil: um flop mediático

Nesta semana, a comunicação social portuguesa destacou, devidamente, a cimeira União Europeia - Brasil.
Contudo, analisada a imprensa escrita estrangeira (alemã, norte-americana, espanhola, francesa, italiana, inglesa e ... brasileira) - tanto a generalista, como a vocacionada para a área económica - constata-se um "silêncio ensurdecedor".
A razão é muito simples: nada de concreto, quantificável, resultou da cimeira.
Parece que os media apenas se interessam por... números...
Cimeira U.E - Brasil: um flop mediático

Nesta semana, a comunicação social portuguesa destacou, devidamente, a cimeira União Europeia - Brasil.
Contudo, analisada a imprensa escrita estrangeira (alemã, norte-americana, espanhola, francesa, italiana, inglesa e ... brasileira) - tanto a generalista, como a vocacionada para a área económica - constata-se um "silêncio ensurdecedor".
A razão é muito simples: nada de concreto, quantificável, resultou da cimeira.
Parece que os media apenas se interessam por... números...
Cimeira U.E - Brasil: um flop mediático

Nesta semana, a comunicação social portuguesa destacou, devidamente, a cimeira União Europeia - Brasil.
Contudo, analisada a imprensa escrita estrangeira (alemã, norte-americana, espanhola, francesa, italiana, inglesa e ... brasileira) - tanto a generalista, como a vocacionada para a área económica - constata-se um "silêncio ensurdecedor".
A razão é muito simples: nada de concreto, quantificável, resultou da cimeira.
Parece que os media apenas se interessam por... números...