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Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Acção policial desprotegida

Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar equipamento básico de protecção pessoal.

Algumas estruturas sindicais destas forças de segurança fizeram acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.

Segundo informação recolhida pelo DN, estas aquisições aumentaram 40% no último ano e os pedidos de informação duplicaram.

Fonte: D.N.


Comentário:

Esta notícia não surpreende, considerando a evolução preocupante da criminalidade portuguesa com uso de armas de fogo, em especial nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. Os militares da G.N.R. e os agentes da P.S.P. que asseguram o serviço de patrulha confrontam-se com actos de extrema violência nas zonas urbanas e suburbanas, que colocam em perigo a sua vida.

O Decreto-Lei n.º 457/99, de 5 de Novembro (diploma que regula a utilização de arma de fogo em acção policial) é claramente ineficaz para assegurar a vida dos agentes policiais e o treino dos agentes patrulheiros é profundamente desadequado às elevadas exigências do serviço, sobretudo em zonas problemáticas.Por isso, estes agentes sentem uma insegurança que procuram combater com equipamentos de protecção suplementares que não são fornecidos pelo Estado.


O D.N. da P.S.P. declarou aqui que não faltam equipamentos aos polícias.


Salvo o devido respeito - que é muito - entendo que o Estado não assegura aos agentes policiais os meios
e a formação indispensável para assegurar a sua sobrevivência, bem como a eficácia e segurança da sua actuação em situações de médio e elevado risco de segurança.


Trata-se, a meu ver, de uma opção de política financeira do poder executivo, sufragada pelo poder legislativo (ao aprovar o O.E.), determinada, certamente, pelo profundo desconhecimento da realidade e que desvaloriza a importância do treino permanente - ou, pelo menos, regular - da acção policial.

Se não for assim, então a omissão será dolosa, o mesmo é dizer... criminosa.


Apenas estranho a falta de união e decisão das estrut
uras sindicais policiais em torno desta matéria que é vital para os seus associados.. e para os demais cidadãos.
publicado por Langweg às 18:33
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Acção policial desprotegida

Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar equipamento básico de protecção pessoal.

Algumas estruturas sindicais destas forças de segurança fizeram acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.

Segundo informação recolhida pelo DN, estas aquisições aumentaram 40% no último ano e os pedidos de informação duplicaram.

Fonte: D.N.


Comentário:

Esta notícia não surpreende, considerando a evolução preocupante da criminalidade portuguesa com uso de armas de fogo, em especial nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. Os militares da G.N.R. e os agentes da P.S.P. que asseguram o serviço de patrulha confrontam-se com actos de extrema violência nas zonas urbanas e suburbanas, que colocam em perigo a sua vida.

O Decreto-Lei n.º 457/99, de 5 de Novembro (diploma que regula a utilização de arma de fogo em acção policial) é claramente ineficaz para assegurar a vida dos agentes policiais e o treino dos agentes patrulheiros é profundamente desadequado às elevadas exigências do serviço, sobretudo em zonas problemáticas.Por isso, estes agentes sentem uma insegurança que procuram combater com equipamentos de protecção suplementares que não são fornecidos pelo Estado.


O D.N. da P.S.P. declarou aqui que não faltam equipamentos aos polícias.


Salvo o devido respeito - que é muito - entendo que o Estado não assegura aos agentes policiais os meios
e a formação indispensável para assegurar a sua sobrevivência, bem como a eficácia e segurança da sua actuação em situações de médio e elevado risco de segurança.


Trata-se, a meu ver, de uma opção de política financeira do poder executivo, sufragada pelo poder legislativo (ao aprovar o O.E.), determinada, certamente, pelo profundo desconhecimento da realidade e que desvaloriza a importância do treino permanente - ou, pelo menos, regular - da acção policial.

Se não for assim, então a omissão será dolosa, o mesmo é dizer... criminosa.


Apenas estranho a falta de união e decisão das estrut
uras sindicais policiais em torno desta matéria que é vital para os seus associados.. e para os demais cidadãos.
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Acção policial desprotegida

Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar equipamento básico de protecção pessoal.

Algumas estruturas sindicais destas forças de segurança fizeram acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.

Segundo informação recolhida pelo DN, estas aquisições aumentaram 40% no último ano e os pedidos de informação duplicaram.

Fonte: D.N.


Comentário:

Esta notícia não surpreende, considerando a evolução preocupante da criminalidade portuguesa com uso de armas de fogo, em especial nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. Os militares da G.N.R. e os agentes da P.S.P. que asseguram o serviço de patrulha confrontam-se com actos de extrema violência nas zonas urbanas e suburbanas, que colocam em perigo a sua vida.

O Decreto-Lei n.º 457/99, de 5 de Novembro (diploma que regula a utilização de arma de fogo em acção policial) é claramente ineficaz para assegurar a vida dos agentes policiais e o treino dos agentes patrulheiros é profundamente desadequado às elevadas exigências do serviço, sobretudo em zonas problemáticas.Por isso, estes agentes sentem uma insegurança que procuram combater com equipamentos de protecção suplementares que não são fornecidos pelo Estado.


O D.N. da P.S.P. declarou aqui que não faltam equipamentos aos polícias.


Salvo o devido respeito - que é muito - entendo que o Estado não assegura aos agentes policiais os meios
e a formação indispensável para assegurar a sua sobrevivência, bem como a eficácia e segurança da sua actuação em situações de médio e elevado risco de segurança.


Trata-se, a meu ver, de uma opção de política financeira do poder executivo, sufragada pelo poder legislativo (ao aprovar o O.E.), determinada, certamente, pelo profundo desconhecimento da realidade e que desvaloriza a importância do treino permanente - ou, pelo menos, regular - da acção policial.

Se não for assim, então a omissão será dolosa, o mesmo é dizer... criminosa.


Apenas estranho a falta de união e decisão das estrut
uras sindicais policiais em torno desta matéria que é vital para os seus associados.. e para os demais cidadãos.
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Munições para as forças de segurança?...



A esta hora já terá sido inaugurada
a carreira de tiro em Ponte de Lima - a primeira das sete (além de Ponte de Lima, Águeda, Castelo Branco, Évora, Portalegre, Macedo de Cavaleiros e Guarda) destinadas ao treino das forças de segurança e que estarão em funcionamento até ao final do ano, segundo noticiado aqui -.


De acordo com a Estratégia de Segurança - aprovada em Março passado pelo Ministério da Administração Interna -, os agentes terão treino de armas de fogo uma vez por semana, além de um reforço da sua formação táctico-policial.


Fonte da notícia: Público
Fonte da imagem: Jornal «Soberania do Povo»



Trata-se, a meu ver, de uma medida importante - e pacífica - para a segurança pública e a qualidade da actividade policial em resposta às solicitações cada vez mais exigentes do quotidiano.

Só espero que tenham aumentado o orçamento para munições (até agora muito limitado)... senão, a «Estratégia» ficará pelas intenções...

publicado por Langweg às 09:06
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Munições para as forças de segurança?...



A esta hora já terá sido inaugurada
a carreira de tiro em Ponte de Lima - a primeira das sete (além de Ponte de Lima, Águeda, Castelo Branco, Évora, Portalegre, Macedo de Cavaleiros e Guarda) destinadas ao treino das forças de segurança e que estarão em funcionamento até ao final do ano, segundo noticiado aqui -.


De acordo com a Estratégia de Segurança - aprovada em Março passado pelo Ministério da Administração Interna -, os agentes terão treino de armas de fogo uma vez por semana, além de um reforço da sua formação táctico-policial.


Fonte da notícia: Público
Fonte da imagem: Jornal «Soberania do Povo»



Trata-se, a meu ver, de uma medida importante - e pacífica - para a segurança pública e a qualidade da actividade policial em resposta às solicitações cada vez mais exigentes do quotidiano.

Só espero que tenham aumentado o orçamento para munições (até agora muito limitado)... senão, a «Estratégia» ficará pelas intenções...

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Munições para as forças de segurança?...



A esta hora já terá sido inaugurada
a carreira de tiro em Ponte de Lima - a primeira das sete (além de Ponte de Lima, Águeda, Castelo Branco, Évora, Portalegre, Macedo de Cavaleiros e Guarda) destinadas ao treino das forças de segurança e que estarão em funcionamento até ao final do ano, segundo noticiado aqui -.


De acordo com a Estratégia de Segurança - aprovada em Março passado pelo Ministério da Administração Interna -, os agentes terão treino de armas de fogo uma vez por semana, além de um reforço da sua formação táctico-policial.


Fonte da notícia: Público
Fonte da imagem: Jornal «Soberania do Povo»



Trata-se, a meu ver, de uma medida importante - e pacífica - para a segurança pública e a qualidade da actividade policial em resposta às solicitações cada vez mais exigentes do quotidiano.

Só espero que tenham aumentado o orçamento para munições (até agora muito limitado)... senão, a «Estratégia» ficará pelas intenções...

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008
Polícia com treinos semanais de tiro


O Ministro da Administração Interna garantiu na Assembleia da República que, «até ao final deste ano, vão ser criadas sete novas carreiras de tiro. "O treino com armas de fogo sempre foi um objectivo do Governo e nós queremos que as forças de segurança tenham treinos semanais", frisou Rui Pereira, adiantando que vão ser adquiridas 42 mil armas de nove milímetros para equipar os agentes, bem como cerca de mil viaturas.»

Fonte: Diário de Notícias
publicado por Langweg às 09:04
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Polícia com treinos semanais de tiro


O Ministro da Administração Interna garantiu na Assembleia da República que, «até ao final deste ano, vão ser criadas sete novas carreiras de tiro. "O treino com armas de fogo sempre foi um objectivo do Governo e nós queremos que as forças de segurança tenham treinos semanais", frisou Rui Pereira, adiantando que vão ser adquiridas 42 mil armas de nove milímetros para equipar os agentes, bem como cerca de mil viaturas.»

Fonte: Diário de Notícias
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Polícia com treinos semanais de tiro


O Ministro da Administração Interna garantiu na Assembleia da República que, «até ao final deste ano, vão ser criadas sete novas carreiras de tiro. "O treino com armas de fogo sempre foi um objectivo do Governo e nós queremos que as forças de segurança tenham treinos semanais", frisou Rui Pereira, adiantando que vão ser adquiridas 42 mil armas de nove milímetros para equipar os agentes, bem como cerca de mil viaturas.»

Fonte: Diário de Notícias
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