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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Carros sem emissões poluentes

Cientistas resolveram enigma:

Uma equipa de investigadores da Universidade da Califórnia poderá ter dado um importante passo na resolução de um dos problemas cruciais da tecnologia dos carros não poluentes: o armazenamento do hidrogénio. Os cientistas resolveram um enigma com uma década, explicando o mecanismo que reduz a temperatura da libertação de hidrogénio, a partir do hidreto metálico onde está armazenado, apenas pela adição de titânio.

Notícia completa na edição de hoje do D.N..


Comentário:


Trata-se de uma notícia que, a ser verdadeira, poderá revelar-se importante para o futuro dos transportes e da indústria automóvel.

Talvez a notícia inspire José Rodrigues dos Santos a escrever uma nova obra literária, agora sobre os novos desafios energéticos na indústria automóvel...
publicado por Langweg às 06:30
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Carros sem emissões poluentes

Cientistas resolveram enigma:

Uma equipa de investigadores da Universidade da Califórnia poderá ter dado um importante passo na resolução de um dos problemas cruciais da tecnologia dos carros não poluentes: o armazenamento do hidrogénio. Os cientistas resolveram um enigma com uma década, explicando o mecanismo que reduz a temperatura da libertação de hidrogénio, a partir do hidreto metálico onde está armazenado, apenas pela adição de titânio.

Notícia completa na edição de hoje do D.N..


Comentário:


Trata-se de uma notícia que, a ser verdadeira, poderá revelar-se importante para o futuro dos transportes e da indústria automóvel.

Talvez a notícia inspire José Rodrigues dos Santos a escrever uma nova obra literária, agora sobre os novos desafios energéticos na indústria automóvel...
publicado por Langweg às 06:30
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Carros sem emissões poluentes

Cientistas resolveram enigma:

Uma equipa de investigadores da Universidade da Califórnia poderá ter dado um importante passo na resolução de um dos problemas cruciais da tecnologia dos carros não poluentes: o armazenamento do hidrogénio. Os cientistas resolveram um enigma com uma década, explicando o mecanismo que reduz a temperatura da libertação de hidrogénio, a partir do hidreto metálico onde está armazenado, apenas pela adição de titânio.

Notícia completa na edição de hoje do D.N..


Comentário:


Trata-se de uma notícia que, a ser verdadeira, poderá revelar-se importante para o futuro dos transportes e da indústria automóvel.

Talvez a notícia inspire José Rodrigues dos Santos a escrever uma nova obra literária, agora sobre os novos desafios energéticos na indústria automóvel...
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Domingo, 8 de Abril de 2007
Aquecimento global: último relatório e perigos para Portugal

No dia 6 de Abril de 2007 foi apresentado em Bruxelas o último relatório sobre «Impactos, Adaptação e Vulnerabilidades» do 4º Relatório do I.P.C.C. (Intergovernmental Panel on Climate Change) das Nações Unidas, que pode ser descarregado e lido aqui.

Da imagem acima reproduzida, da mesma fonte, resulta que nos últimos trinta anos registou-se em Portugal um aumento médio da temperatura entre 2 e 3,5 graus celsius.

Extracto do relatório (trad. da versão inglesa):

«No sul da Europa, a mudança climática prevista vai piorar a situação (temperaturas altas e seca) numa região já vulnerável às mudanças climáticas, diminuindo as reservas de água, o potencial hidroeléctrico, o turismo de verão e, em geral, a produtividade das colheitas.

Também se prevê um aumento dos riscos de doença devido às ondas de calor e à frequência dos fogos florestais.»

No mesmo texto também são salientados os efeitos da erosão costeira, resultante da subida do nível da água dos oceanos, referindo-se que os países em vias de desenvolvimento vão ter muitas dificuldades em responder de forma eficiente a esse problema, por falta de recursos disponíveis.



Comentário:

Cidades como Hamburgo e Londres já gastaram muitos milhões de euros em diques, comportas e noutros equipamentos destinados a protegê-las da subida do nível da água do oceano.

Contrastando com essa realidade, a Administração Central portuguesa ainda não começou a discutir - e muito menos implementar - soluções de defesa de cidades como, por exemplo, Lisboa, Porto, Faro, Lagos, Tavira, Vila Real de Santo António, Aveiro e Figueira da Foz (não devendo esquecer-se, ainda, zonas de menor densidade populacional).

Até quando querem iludir a população, escondendo a verdade?


Mantendo esta postura, correm o risco de inviabilizar uma resposta técnica apropriada para defender as nossas cidades e populações da subida da água do mar, por falta de recursos financeiros disponíveis no futuro.

Por outro lado, corre-se o risco dos PDMs continuarem a autorizar a instalação de mais parques de campismo, construções e equipamentos em zonas alagáveis.

Se a água do Atlântico subir 6 metros...

Nota:
No caso de não pretenderem erguer barreiras eficazes ao avanço da água... a Câmara de Lisboa poderá lançar um concurso público para a atribuição de licenças para gondolieri que poderão operar na baixa de Lisboa daqui a alguns anos...

Espero que se comece a discutir este tema noutros blogues e na comunicação social, de modo a alertar, inspirar e motivar os decisores políticos.
publicado por Langweg às 19:53
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Aquecimento global: último relatório e perigos para Portugal

No dia 6 de Abril de 2007 foi apresentado em Bruxelas o último relatório sobre «Impactos, Adaptação e Vulnerabilidades» do 4º Relatório do I.P.C.C. (Intergovernmental Panel on Climate Change) das Nações Unidas, que pode ser descarregado e lido aqui.

Da imagem acima reproduzida, da mesma fonte, resulta que nos últimos trinta anos registou-se em Portugal um aumento médio da temperatura entre 2 e 3,5 graus celsius.

Extracto do relatório (trad. da versão inglesa):

«No sul da Europa, a mudança climática prevista vai piorar a situação (temperaturas altas e seca) numa região já vulnerável às mudanças climáticas, diminuindo as reservas de água, o potencial hidroeléctrico, o turismo de verão e, em geral, a produtividade das colheitas.

Também se prevê um aumento dos riscos de doença devido às ondas de calor e à frequência dos fogos florestais.»

No mesmo texto também são salientados os efeitos da erosão costeira, resultante da subida do nível da água dos oceanos, referindo-se que os países em vias de desenvolvimento vão ter muitas dificuldades em responder de forma eficiente a esse problema, por falta de recursos disponíveis.



Comentário:

Cidades como Hamburgo e Londres já gastaram muitos milhões de euros em diques, comportas e noutros equipamentos destinados a protegê-las da subida do nível da água do oceano.

Contrastando com essa realidade, a Administração Central portuguesa ainda não começou a discutir - e muito menos implementar - soluções de defesa de cidades como, por exemplo, Lisboa, Porto, Faro, Lagos, Tavira, Vila Real de Santo António, Aveiro e Figueira da Foz (não devendo esquecer-se, ainda, zonas de menor densidade populacional).

Até quando querem iludir a população, escondendo a verdade?


Mantendo esta postura, correm o risco de inviabilizar uma resposta técnica apropriada para defender as nossas cidades e populações da subida da água do mar, por falta de recursos financeiros disponíveis no futuro.

Por outro lado, corre-se o risco dos PDMs continuarem a autorizar a instalação de mais parques de campismo, construções e equipamentos em zonas alagáveis.

Se a água do Atlântico subir 6 metros...

Nota:
No caso de não pretenderem erguer barreiras eficazes ao avanço da água... a Câmara de Lisboa poderá lançar um concurso público para a atribuição de licenças para gondolieri que poderão operar na baixa de Lisboa daqui a alguns anos...

Espero que se comece a discutir este tema noutros blogues e na comunicação social, de modo a alertar, inspirar e motivar os decisores políticos.
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Aquecimento global: último relatório e perigos para Portugal

No dia 6 de Abril de 2007 foi apresentado em Bruxelas o último relatório sobre «Impactos, Adaptação e Vulnerabilidades» do 4º Relatório do I.P.C.C. (Intergovernmental Panel on Climate Change) das Nações Unidas, que pode ser descarregado e lido aqui.

Da imagem acima reproduzida, da mesma fonte, resulta que nos últimos trinta anos registou-se em Portugal um aumento médio da temperatura entre 2 e 3,5 graus celsius.

Extracto do relatório (trad. da versão inglesa):

«No sul da Europa, a mudança climática prevista vai piorar a situação (temperaturas altas e seca) numa região já vulnerável às mudanças climáticas, diminuindo as reservas de água, o potencial hidroeléctrico, o turismo de verão e, em geral, a produtividade das colheitas.

Também se prevê um aumento dos riscos de doença devido às ondas de calor e à frequência dos fogos florestais.»

No mesmo texto também são salientados os efeitos da erosão costeira, resultante da subida do nível da água dos oceanos, referindo-se que os países em vias de desenvolvimento vão ter muitas dificuldades em responder de forma eficiente a esse problema, por falta de recursos disponíveis.



Comentário:

Cidades como Hamburgo e Londres já gastaram muitos milhões de euros em diques, comportas e noutros equipamentos destinados a protegê-las da subida do nível da água do oceano.

Contrastando com essa realidade, a Administração Central portuguesa ainda não começou a discutir - e muito menos implementar - soluções de defesa de cidades como, por exemplo, Lisboa, Porto, Faro, Lagos, Tavira, Vila Real de Santo António, Aveiro e Figueira da Foz (não devendo esquecer-se, ainda, zonas de menor densidade populacional).

Até quando querem iludir a população, escondendo a verdade?


Mantendo esta postura, correm o risco de inviabilizar uma resposta técnica apropriada para defender as nossas cidades e populações da subida da água do mar, por falta de recursos financeiros disponíveis no futuro.

Por outro lado, corre-se o risco dos PDMs continuarem a autorizar a instalação de mais parques de campismo, construções e equipamentos em zonas alagáveis.

Se a água do Atlântico subir 6 metros...

Nota:
No caso de não pretenderem erguer barreiras eficazes ao avanço da água... a Câmara de Lisboa poderá lançar um concurso público para a atribuição de licenças para gondolieri que poderão operar na baixa de Lisboa daqui a alguns anos...

Espero que se comece a discutir este tema noutros blogues e na comunicação social, de modo a alertar, inspirar e motivar os decisores políticos.
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007
Aquecimento global: questão de segurança internacional

Angela Merkel alerta para «grande ameaça» global


A chanceler alemã, Angela Merkel, apelou hoje à comunidade internacional para que aja contra o aquecimento global, que considerou «umas das grandes ameaças a curto e médio prazo», portadora de potenciais «consequências dramáticas».

«O aquecimento da Terra é uma das grandes ameaças a curto, médio e longo prazo, que poderá ter consequências dramáticas», disse a chanceler conservadora, referindo-se aos riscos de «imigrações maciças e conflitos armados».

«Trata-se de uma ameaça mundial» que requer «uma responsabilidade mundial» e «ninguém em nenhum país ou continente pode escapar-lhe», alertou, numa conferência mundial sobre segurança que reúne em Munique 250 delegados, entre os quais mais de 40 ministros da defesa e dos negócios estrangeiros.

Merkel, que desde 1 de Janeiro preside à União Europeia e ao G8, apelou a um entendimento dos países para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2).


Fonte da notícia: Diário Digital / Lusa

Fonte da imagem: www.whrc.org


Comentário:

Certamente que os membros da delegação governamental portuguesa, na recente visita à China, não abordaram esta matéria com os homólogos chineses... não fossem os contactos «mainstream» exclusively business!...




publicado por Langweg às 00:50
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Aquecimento global: questão de segurança internacional

Angela Merkel alerta para «grande ameaça» global


A chanceler alemã, Angela Merkel, apelou hoje à comunidade internacional para que aja contra o aquecimento global, que considerou «umas das grandes ameaças a curto e médio prazo», portadora de potenciais «consequências dramáticas».

«O aquecimento da Terra é uma das grandes ameaças a curto, médio e longo prazo, que poderá ter consequências dramáticas», disse a chanceler conservadora, referindo-se aos riscos de «imigrações maciças e conflitos armados».

«Trata-se de uma ameaça mundial» que requer «uma responsabilidade mundial» e «ninguém em nenhum país ou continente pode escapar-lhe», alertou, numa conferência mundial sobre segurança que reúne em Munique 250 delegados, entre os quais mais de 40 ministros da defesa e dos negócios estrangeiros.

Merkel, que desde 1 de Janeiro preside à União Europeia e ao G8, apelou a um entendimento dos países para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2).


Fonte da notícia: Diário Digital / Lusa

Fonte da imagem: www.whrc.org


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Certamente que os membros da delegação governamental portuguesa, na recente visita à China, não abordaram esta matéria com os homólogos chineses... não fossem os contactos «mainstream» exclusively business!...




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Angela Merkel alerta para «grande ameaça» global


A chanceler alemã, Angela Merkel, apelou hoje à comunidade internacional para que aja contra o aquecimento global, que considerou «umas das grandes ameaças a curto e médio prazo», portadora de potenciais «consequências dramáticas».

«O aquecimento da Terra é uma das grandes ameaças a curto, médio e longo prazo, que poderá ter consequências dramáticas», disse a chanceler conservadora, referindo-se aos riscos de «imigrações maciças e conflitos armados».

«Trata-se de uma ameaça mundial» que requer «uma responsabilidade mundial» e «ninguém em nenhum país ou continente pode escapar-lhe», alertou, numa conferência mundial sobre segurança que reúne em Munique 250 delegados, entre os quais mais de 40 ministros da defesa e dos negócios estrangeiros.

Merkel, que desde 1 de Janeiro preside à União Europeia e ao G8, apelou a um entendimento dos países para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2).


Fonte da notícia: Diário Digital / Lusa

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